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Recordando: The Lost World II/II

terça-feira, 23 de dezembro de 2008 · 1 comentários

Continuando onde ficamos, a personagem Verónica morava numa casa que ficava em cima de uma enorme árvore, que continha uma série de aparatos científicos e até um elevador, construído pelos pais e companheiros da sua expedição. É para lá que Verónica leva os seus novos amigos para morar.

Com o balão danificado e sem a mínima ideia de como sair daquele local e voltar para o mundo civilizado novamente, vivem a cada dia uma aventura no plateau, que passa a incluir abelhas gigantescas, vampiros em mansões vitorianas abandonadas, escandinavos bárbaros perdidos nesta terra, turistas dos tempos modernos, que acabam a atravessar uma espécie de túnel do tempo e vão parar ao plateau, um império comando por homens lagartos, todos os tipos de magia, entre muitas outras aventuras.
A série possuiu uma abertura onde rapidamente é pincelado todo o desenrolar da série (isto é uma versão resumida): "At the dawn of the last century, a band of explorers searched for a prehistoric world, driven by ambition, secret desires, a thirst for adventure, and seeking the ultimate story, they are befriended by an untamed beauty. Stranded in a strange and savage land, each day is a desperate search, for a way out, of The Lost World." Ou seja, o seu conteúdo é mais ou menos este: "No início do último século, um grupo de exploradores procuraram um mundo pré-histórico, conduzido pela ambição, desejos secretos, sede de aventura e procurando a derradeira das histórias, eles são ajudados por uma beleza indomada. Encalhados num terra estranha e selvagem, cada dia se torna uma procura desesperada para sair deste "Mundo Perdido". Aqui fica o vídeo.

Curiosidades:
- A série 'The Lost World' foi toda ela filmada entre a Austrália e a Nova Zelândia. A personagem Finn (Lara Cox), que ajudou a criar Verónica, somente passou a aparecer na série na segunda e na metade da terceira temporada.
- No final da primeira temporada, o Professor Arthur Summerlee foi retirado de cena, pois os produtores achavam que o personagem não era muito popular. Porém um grupo de fãs da série protestou e assim resolveram ressuscitá-lo, fazendo-o regressar, durante algum tempo, na forma de fantasma na segunda temporada, mas não deu o resultado esperado e o personagem acabou por desaparecer de vez.

- No piloto da série, o personagem de Ed Malone foi interpretado por William deVry, mas logo no começo da série foi substituído por David Orth, que permaneceu até o cancelmanento da série.
- Também durante a terceira temporada David Orth e Jennifer O´Dell ficaram ausentes em vários episódios sucessivos, por não conseguirem chegar a um acordo financeiro satisfatório.

Recordando: The Lost World I/II

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 · 1 comentários

Status: Cancelada
Ano: 1999
Temporadas: 3 (66 episódios + o episódio piloto)
Duração: 60 minutos cada episódio

Sinopse: Sir Arthur Conan Doyle´s The Lost World era uma série norte-americana de aventuras, baseada num romance de Sir Arthur Conan Doyle, de 1912, chamado The Lost World, apresentado originalmente nos Estados Unidos, entre 1999 e 2002.
Em Portugal, a série foi transmitida pela RTP, aos inícios da tarde, se não estou em erro, aos sábados, com o nome O Mundo Perdido.

A série passa-se no limiar do século 20, quando um grupo de aventureiros, conduzidos pelo Professor Edward Challenger, embarca numa expedição para provar a existência de um mundo perdido, isolado do resto do mundo moderno. Essa expedição britânica era formada por um grupo de entusiastas que iniciam uma viagem em meios e condições não muito favoráveis.

Esta história tem início, quando o Professor Challenger fica em poder de um diário de um homem à beira da morte na América do Sul. Neste diário ele encontra numerosas anotações sobre um local, denominada de plateau, onde ainda se pode encontrar vida pré-histórica. Convencido desta história, Challenger propõe à Sociedade Científica de Londres a lhe financiar uma expedição para encontrar o tal local, indicado no diário.


Um dos membros da Sociedade Científica, o professor Arthur Summerlee, discorda e desafia Challenger a provar a existência desse planalto, onde provavelmente se encontra o elo perdido. Com muito custo, Challenger consegue financiamento para a tal expedição e por seu turno desafia o professor Summerlee a ir com ele para ver com seus próprios olhos.

Portanto, o grupo consistia no Professor George Edward Challenger (Peter McCauley), que era o líder da expedição, e no Professor Arthur Summerlee (Michael Sinelnikoff), que apesar de não acreditar nas teorias dele, resolve acompanhá-lo nessa empreitada. A expedição era financiada pela inescrupulosa Marguerite Krux (Rachel Blakely), que fez questão de seguir junto com o grupo, não pela ciência, mas por razões misteriosas e muito duvidosas. Para protegê-los, um experiente caçador foi integrado ao grupo, o nobre Lord John Richard Roxton (William Snow) e finalmente o último do grupo era o repórter de uma jornal americano, Edward "Ned" T. Malone (David Orht), que esperava conseguir uma grande reportagem e obter sucesso, para impressionar a sua namorada e se casar com ela.
Com tudo preparado, o grupo partiu de Inglaterra rumo à Amazónia, com alguns carregadores e um guia que supostamente os iria levar até aos arredores do planalto. Durante a navegação do rio Amazonas eles encontram-se com uma tribo de "caçadores de cabeças", um grupo primitivo que exterminou uma boa parte do grupo.

Summerlee, Roxton, Malone, Challenger e Marguerite acabam por conseguir escapar num balão, mas logo acabam por se deparar com uma grande tempestade e caem no meio da floresta. Ali passam a enfrentar animais pré-históricos como dinossauros e dão-se conta que chegaram ao "Mundo perdido".


O grupo é salvo por uma mulher da selva, uma jovem bonita chamada Verónica Layton (Jennifer O´Dell). A família de Verónica fazia parte de um grupo de pesquisa botânica, anterior à expedição de Challenger. Um certo dia, saíram para mais uma das suas explorações e nunca mais regressaram. Dessa forma a menina, que tinha ficado em casa, acabou sozinha, sem os seus pais, por dez longos anos, até à chegada desse novo grupo. Na ausência dos pais, ela foi criada por uma jovem mulher chamada Finn (Lara Cox), que lhe ensinou todos os meios de sobrevivência nesta terra hostil e perigosa, cheia de dinossauros, perigosos homens macacos e muitos outros perigos.

Recordando - Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna III/III

quinta-feira, 23 de outubro de 2008 · 0 comentários

Este é o último post sobre esta série e guardamos o melhor para o fim. He, he!

Então, comecemos pelas curiosidades, que são algumas:
- no episódio piloto o tenente "Faceman" foi interpretado por Tim Dunigan, mas foi logo substituído por Dirk Benedict. A razão para esta substituição ainda é hoje muito contraditória. Alguns diziam que era por ele ser muito alto, outros falavam que era porque parecia jovem demais para o papel... Portanto, Benedict só entrou na série no segundo episódio;

- vários actores conhecidos fizeram participações na série como Tia Carrere, Dennis Franz (NYPD BLue), Dean Stockwell, Dennis Haysbert, Hulk Hogan, William Perry, Rick James, Sid Haig, inclusive os cantores Boy George e Issac Hayes, entre outros.

- o seriado foi filmado durante 5 anos, onde foram gravados 98 episódios. Acabou em 1987 devido a gradativa queda de audiência;

- Mr. T, o B. A., teve uma infância pobre num subúrbio e praticava musculação com os seus irmãos para que ficasse "grande" e pudesse ser respeitado no bairro, intimidando a prática da violência. Foi lutador de Luta Livre e actuou no filme Rocky III, ao lado de Silvester Stallone. Mr. T também praticou futebol americano na faculdade (de onde foi expulso no primeiro ano), desporto que praticou na Alemanha Oriental (ainda era naquela altura), no 4º episódio da quinta temporada, para salvar um cientista;

- o Furgão do Esquadrão Classe A, uma Van GMC de cores preta e prata com a sua característica faixa vermelha e as suas rodas pintadas de vermelho, tornou-se um ícone da cultura pop dos anos 80, sendo reproduzida por muitos aficionados. Durante as gravações dos episódios foram utilizados 6 furgões no total, sendo que um deles está exposto no Museu de Carros de Estrelas, na cidade de Keswick, no norte da Inglaterra;

- a personagem Amy Amanda, uma repórter que se une à equipa no episódio piloto, foi retirada após a metade da segunda temporada devido a atritos entre a actriz Melinda Culea e a equipa de produção;

- O Esquadrão Classe A teve uma série de quadradinhos produzida pela Marvel Comics, editora do Homem-Aranha, O incrível Hulk e X-men;

- a série era um reflexo da Era Reagan e o seu criador, Stephen J. Cannell, uniu metralhadoras, violência de cartoons e o entusiasmo militar, tendências presentes nos E.U.A dos anos 80. As suas cenas eram violentas, mas sem mortes o que fez o produto adequado para o formato televisivo;

- a quinta temporada (a última) teve os argumentos e modificações que menos agradaram os fãs. A série mostrava já na quarta temporada um esgotamento das ideias iniciais, mostrava-se repetitiva e pesada. Diante disto, os directores da série decidiram para a quinta temporada dar um toque mais realista. Então a partir daqui a série tornou-se mais séria, mais centrada nas suas acções, deixando de lado a parte cómica das temporadas anteriores e tornando-se também mais dramática;

- aparece ainda um quinto membro no grupo, Frankie Santana, que foi aceite pelo público;

- também colocaram uma marcha militar na introdução da série, substituindo por uma versão mais moderna e a introdução narrada " em 1972 os melhores......" foi eliminada, pois achava-se que agora estas palavras já não tinham mais sentido. Apesar de toda essa nova sintonia, a introdução do general não agradou as fãs;

- em Portugal nos anos 80 a série foi transmitida na RTP 1 com o nome 'Soldados da Fortuna' (aqui fica finalmente a explicação para os títulos dos posts) na sua locução original e legendada. Nos anos 90 foi popularizada pela TVI com a dobragem brasileira com o nome Esquadrão Classe A e a partir daí ficou conhecida como tal, mesmo sendo transmitida depois pela SIC Radical na sua locução original e legendada;

- Foi lançada em DVD, sendo a 1ª temporada lançada em Março de 2005, e a 2ª temporada em Janeiro de 2006. Não sei se já foram lançadas mais alguma.


Chegámos à parte das novidades: sabiam que se prevê um filme sobre a história desta série para o próximo ano?
Depois de tantas insistências e desistências (a 1ª desistência que se tem conhecimento foi aquando a morte do actor Shepard, o 'Hannibal' Smith), surge agora esta notícia. Em Maio tinham anunciado a possibilidade com a interpretação de Bruce Willis como líder, mas avançam muitos outros nomes sem ainda nada de concreto. O certo apenas é que os direitos da série foram comprados pela 20th Century Fox (antes pertencia à Universal) e o roteirista será Kevin Brodbin e o realizador John Singleton, com o lançamento do projecto previsto para Junho de 2009.

Recordando - Esquadrão Classe A ou Soldados da Foturna II/III

quarta-feira, 22 de outubro de 2008 · 2 comentários

Regressamos com mais um texto sobre esta série dos anos 80: Esquadrão Classe A, para falarmos um pouco sobre as suas personagens.

O grupo era formado por quatro elementos: o coronel John "Hannibal" Smith (George Peppard), o líder do grupo; o tenente "Faceman" Peck (Dirk Benedict), considerado o artista do grupo e também aquele que se dava melhor com as mulheres; o capitão H.M. "Louco Furioso" Murdock (Dwight Schultz) exímio piloto, mas um lunático inveterado, que a cada missão tinha de ser resgatado de um sanatório pelo grupo e o sargento Bosco Alberto "B.A." (abreviatura de bad attitude ou seja mau comportamento) Baracus (Mr. T.), um perito em mecânica.

Além destes, fizeram ainda parte d grupo Amy Amanda Allen "Triplo A", interpretada por Melinda Culea, na primeira e segunda temporada, uma repórter que se uniu ao esquadrão no episódio piloto. Com a sua saída surge uma outra personagem: Tawnia Baker, interpretada por Marla Heasly na segunda e terceira temporada da série. Também fazia parte da atracção um furgão negro e cinza da General Motors que era dirigido pelo sargento B.A. (que impreterivelmente toda a gente conhece e que voltou a aparecer numa publicidade a um chocolate…).

JONH 'HANNIBAL' SMITH - aparecia quase sempre a fumar o seu charuto (parecia como uma marca). Era figurante, que fazia 'bicos' e pequenas aparições, sempre disfarçado de monstros ou velhinhas. O seu papel no grupo é passar-se por outras pessoas com os seus disfarces realísticos, além de elaborar os planos mirabolantes, que acabavam sempre dando certo de uma maneira ou de outra. Geralmente concluía as missões com sua imortal frase "adoro quando um plano dá certo".


'HOWLING MAD' MURDOCK -era o maluco lá do sítio. Passava a vida internado no hospital psiquiátrico de veteranos de guerra e em diversas alturas deixava todos intrigados sobre se ele era realmente louco. Todas as vezes consegue fugir do hospício para realizar as missões, voltando para lá no final. As suas habilidades no grupo são pilotar helicópteros e aviões, além de irritar o sargento B.A. Baracus com o seu cão imaginário.

TEMPLETON 'FACEMAN' PECK (ou simplesmente "Face") - era o responsável por conseguir os recursos para cada missão, como carros, passagens aéreas, hotéis, equipamentos, informações e tudo o que fosse necessário. Conseguia tudo o que precisava utilizando a sua conversa fiada ou o seu charme com as mulheres. Geralmente a sua história era de que era um produtor de Hollywood e de que tudo o que estava a comprar, a alugar ou a pedir emprestado era para figurar na gravação de um filme.

B. A. BARACUS - era o piloto do furgão, o mecânico, o especialista em construir engenhocas e o grandão que se envolvia nas lutas físicas. Tem um carisma muito forte com as crianças, a quem protege e orienta. Morre de medo de voar e precisa ser dopado pelos amigos para entrar num avião ou helicóptero, principalmente se estes forem pilotados pelo maluco do Murdock, a quem geralmente tem um desejo explícito de agredir (eram das cenas mais divertidas da série). Adora leite.

Por fim, temos a jornalista.
AMY ALLEN - era uma jornalista que se juntou ao grupo no primeiro episódio, após a missão de resgate de um de seus colegas no México. A especialidade dela era providenciar as pesquisas necessárias para que as missões pudessem começar, além de ser a responsável por uma rede de contatos que garantia que nada faltasse ao Esquadrão Classe A.

Esperem pelo novo e último post, onde vos contarei algumas curiosidades e ainda novidades para os mais desatentos.

Recordando - Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna I/III

terça-feira, 14 de outubro de 2008 · 0 comentários

Quem é que não se lembra deste adorável grupo de fugitivos que praticava o bem?

A série começava com a seguinte narração:

"Em 1972 uma unidade especial das forças armadas foi condenada no tribunal militar por um crime que não cometeu. Esses soldados logo conseguiram escapar da prisão de segurança máxima, estabelecendo-se clandestinamente em Los Angeles. Hoje, procurados pelo governo, eles sobrevivem como soldados da fortuna. Se tiver um problema, se mais ninguém o puder ajudar e, se os conseguir contactar, então talvez possa contratar o ESQUADRÃO CLASSE A".


Sinopse: A-Team (Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna) era uma série de acção e aventuras apresentada nos Estados Unidos pelo canal NBC, entre 1983 e 1987. O nome do grupo era na verdade a abreviatura para "Alpha-Team" (Equipa Alpha).

Tudo começou quando o coronel John "Hannibal" Smith e o seu esquadrão, após servirem na Guerra do Vietname, são presos por assaltar o Banco Central daquele país. Apesar de inocentes, pois tinham seguido ordens superiores, são julgados e enviados para uma prisão nos Estados Unidos. Sem conseguir provar a sua inocência e perseguidos pelo exército, eles conseguem fugir e formam assim o Esquadrão Classe A, uma tropa de mercenários, que passa a alugar os seus serviços de protecção a quem necessitar.

Os episódios quase sempre iniciavam quando o esquadrão era contratado por um cliente, para realizar tarefas difíceis e de perigo como resgate, enfrentar gangues ou coisas do género. O humor ficava por conta de B.A. que tinha pavor de andar de avião ou quando Murdock era resgatado de algum hospital (recordaremos as personagens num futuro post). Quando eles eram capturados ou surgiam as forças armadas americanas, eles geralmente conseguiam escapar usando explosivos ou mostrando um excelente trabalho de equipa.

Nas missões, geralmente quem contratava o Esquadrão tinha o primeiro contacto com um velhinho (Hannibal disfarçado) numa lavandaria de Los Angeles, que marcava o encontro com o restante do grupo, onde a missão era apresentada.

Daí em diante, eles apagavam o B. A. para voarem, provocavam os adversários, colocavam escutas, construíam veículos e equipamentos extraordinários, disfarçavam-se e envolviam-se em grandes confusões. E tudo isso fugindo das perseguições comandadas pelos coronéis Lynch e Decker.

O crime que eles não cometeram
A história do assalto ao banco vai aparecendo aos poucos ao longo dos episódios.
Já no final da guerra do Vietname, o Esquadrão recebe do Coronel Morrison a missão de assaltar o banco de Hanói, com a esperança de ajudar a guerra a chegar ao fim.
Ao voltarem 4 dias depois do fim da guerra para a base, encontram o quartel general queimado e o Coronel Morrison e todos os oficiais assassinados por VietCongs.
Como não haviam provas de que eles estavam cumprindo ordens militares, o exército manda-os para a prisão de Fort Bragg.

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